Embolização - Diagnóstico

Não há nenhum sintoma ou exame que, per se, permita fazer o diagnóstico definitivo de EM. O diagnóstico é realizado com base na história clínica do doente e em alguns métodos complementares de diagnóstico, designadamente a Ressonância Magnética. Podem utilizar-se igualmente outros métodos como o teste de potenciais evocados. Assim, quando se encontram preenchidos determinados critérios num padrão clínico específico, poderá ser feito o diagnóstico definitivo.

Por presentemente não haver ainda experiência de Eco-Doppler naquelas veias em Portugal, este exame não se realiza.

O diagnóstico definitivo das estenoses das veias jugulares e ázigos confirma-se posteriormente pela angiografia das respectivas veias. Confirmado o diagnóstico, efectua-se na mesma sessão a investigação que consiste na angioplastia ou seja a dilatação das estenoses da veia ázigos e colocação de stent nas estenoses das veias jugulares.

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Comentários: 1

  1. Ana Margarida Alves Matos says:

    O meu nome é Ana Margarida Alves Matos, tenho 29 anos e tenho esclerose múltipla desde os 18 anos.
    O primeiro surto que permitiu o diagnostica da doença foi uma nevrite óptica, desde então, e após um intervalo de 3 anos, os surtos afectaram sempre os membros inferiores. Falta de equilíbrio, cansaço, dores no corpo são os sintomas que mais me perturbam.
    Através de um documentário que passou na televisão tive conhecimento de um novo método que, a ser possível experimentar, melhora significativamente, a qualidade de vida dos doentes.

    Inicialmente, fico com a ideia, que o método “angioplastia” apenas era praticado nos Estados Unidos, entretanto, durante a consulta do site http://www.reformedms.org, vi que o o nome do Dr. João Pisco era referenciado, como médico em Portugal, que conhece e desenvolve esta técnica de tratamento.

    Sem dúvida que a expectativa de poder tentar este novo tratamento, embora saiba que as certezas relativamente aos resultados são nulas, 50% de hipóteses de produzir o efeito desejado e outros 50% de isso não acontecer, é muito aliciante.

    Neste sentido, gostaria de lhe perguntar se:
    – esta técnica já se pratica em Portugal?
    – poderia fazer os testes para saber se posso fazer o tratamento?
    – qual a taxa de sucesso?
    – qual o custo deste tratamento?
    – quais os efeitos secundários?
    – cada vez que há um surto tenho que repetir o tratamento?

    Peço desculpa por esta chuva de perguntas e pela minha audácia, mas não poderia ignorar esta possibilidade.

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