Fibromiomas - Informação sumária

Tratamento inovador de fibromiomas e cancro do útero inoperável.

 

O que são fibromiomas?

Os fibromiomas, leiomiomas ou miomas são tumores benignos que nascem nas paredes do útero. A sua dimensão pode ir de alguns milímetros a mais de 20 cm. Entre 20 a 40% das mulheres em idade fértil são portadoras de fibromiomas, sendo a sua frequência de cerca de 70% nas africanas.

 

Quais os sintomas mais comuns?

Os sintomas variam conforme a localização e dimensões dos fibromiomas.

Os sintomas mais frequentes são:

  • Períodos menstruais prolongados por vezes mesmo com hemorragias que podem conduzir à anemia,
  • Dor na região pélvica e/ou na região lombar,
  • Dor durante as relações sexuais,
  • Sensação de peso e aumento de volume do abdómen,
  • Obstipação,
  • Frequente necessidade ou dificuldade em urinar,
  • Dificuldade em engravidar,
  • Abortos de repetição.

 

Quanto à sua localização os fibromiomas classificam-se em:

Sub-serosos – desenvolvem-se na porção externa da parede do útero e crescem para fora.

Intra-murais – os mais frequentes que se desenvolvem na parede uterina.

Sub-mucosos – são os menos frequentes, desenvolvem-se na superfície interna das paredes da cavidade uterina.

 

Como são os fibromiomas diagnosticados?

Os fibromiomas são geralmente diagnosticados durante um exame ginecológico. A presença de fibromiomas é confirmada por ecografia abdominal ou por ressonância magnética.

 

Como são os fibromiomas tratados?

Os medicamentos são muitas vezes o primeiro passo no tratamento dos fibromiomas. Estes medicamentos incluem a pílula, e anti-nflamatórios. Num segundo passo podem tentar-se medicamentos à base de hormonas cujo efeito é temporário.

 

Histerectomia – consiste na remoção do útero. Esta técnica é cada menos aceite principalmente pelas mulheres mais novas, ou que ainda não tiveram filhos.

 

Miomectomia – consiste na remoção de cada um dos fibromiomas. Não deve ser efectuada se os fibromiomas forem numerosos ou de grandes dimensões, devido aos maus resultados.

 

Miomectomia histeroscópica – é efectuada pela vagina, somente para fibromiomas submucosos. Não há necessidade de incisão cirúrgica.

 

Miometomia laparoscópica – efectua-se nos fibromiomas localizados fora do útero através de pequenos orifícios na parede do abdómen.

 

Miomectomia abdominal – realiza-se uma incisão no abdómen e outra no útero para remover o fibromioma.

 

Embolização

A embolização das artérias uterinas é um novo tratamento que se realiza desde 1995. No nosso país, realiza-se no hospital de Saint Louis desde Junho de 2004, tendo já sido tratadas mais de 1700 pacientes até Agosto de 2015.

 

Preparação

 

Deve iniciar antiflamatórios 2 dias antes da embolização.

No dia da embolização deve tomar um bom pequeno almoço e os medicamentos prescritos, porque após a embolização não poderá comer nem beber nada no resto do dia.

Ao chegar ao quarto é-lhe colocado um soro na veia do braço. Cerca de 1 hora antes de se iniciar a embolização uterina começam-se a administrar antibióticos, analgésicos e anti-inflamatórios através de soro colocado na veia.

 

Em que consiste a embolização?

A embolização é uma técnica minimamente invasiva, com menos riscos que as técnicas cirúrgicas, cujo objectivo é interromper a circulação sanguínea que irriga os fibromiomas, resolvendo o problema de forma rápida e duradoura e preservando o útero. Sem irrigação sanguínea o fibromioma atrofia-se e os sintomas desaparecem. A embolização é usada também no cancro do útero inoperável.

Em qualquer parte do mundo, a embolização uterina é sempre efectuada por um radiologista de intervenção, um médico que é treinado especialmente para realizar este e outros tipos de embolização com técnicas minimamente invasivas. Não deixa qualquer cicatriz.

Sob anestesia local, e sem perda de sangue efectua-se um pequeno orifício de 1.5 mm de diâmetro na virilha através do qual se coloca um fino tubo plástico chamado cateter, e mediante monitorização por aparelho de raios X digital sofisticado é dirigido para as artérias uterinas.

 

 

 

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Partículas de plástico finas, como graus de areia, são então injectadas numa das artérias uterinas. Como os fibromiomas têm muito sangue comportam-se como uma esponja, absorvendo aquelas partículas que vão entupir os ramos que os irrigam poupando contudo a própria artéria uterina para que a paciente possa engravidar mais tarde, embora a possibilidade de gravidez não possa ser garantida.

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A embolização é depois repetida para a artéria uterina do lado oposto através do mesmo orifício e pelo mesmo cateter.

A interrupção da circulação sanguínea do fibromioma causa a sua atrofia, ou seja a redução de tamanho.

A técnica dura geralmente entre 30 e 60 minutos, estando a doente consciente e podendo mesmo visualizar o tratamento no monitor de televisão. Completada a embolização, retira-se o cateter, efectua-se compressão manual durante cerca de 5 minutos a que se segue colocação de pequeno penso compressivo que deve ser mantido até à manhã seguinte. Duas horas após a embolização a doente já se pode levantar do seu leito, para ir á casa de banho.

O internamento dura apenas algumas horas e a totalidade das pacientes vai para casa após o jantar, mesmo que residam a várias centenas de kms de Lisboa. Neste período, haverá um contacto permanente com a equipa médica para avaliar queixas ou esclarecer quaisquer dúvidas.

 

Quanto tempo dura a convalescença?

No dia seguinte à embolização a doente não deve estar acamada, e pode, na maioria dos casos retomar a sua vida normal, algumas pacientes iniciam mesmo a sua actividade profissional, não devendo contudo conduzir.

 

Resultado da embolização

Estudos mostram que cerca de 90% das mulheres nas quais foi efectuada a embolização teve melhoria significativa ou total da hemorragia, dor e outros sintomas. A técnica é igualmente eficiente para fibromiomas múltiplos. No Hospital St. Louis, presentemente, obtém-se bons resultados em mais de 95% dos casos. Com o aumento de números de fibromiomas e das suas dimensões verifica-se uma redução da percentagem de sucesso que pode baixar para 80%, quer dizer que 20% dos pacientes podem não melhorar. Os fibromiomas que melhor respondem à embolização são os submucosos e os intramurais. Em caso de insucesso a embolização pode ser repetida, sendo a custo reduzido para cerca de metade do inicial.

 

Complicações após a embolização

A embolização é uma técnica muito segura, contudo podem ocorrer alguns riscos associados a qualquer cateterismo, mas que são raros. Presentemente no Hospital St. Louis mais de 50% das doentes não sente qualquer sintoma durante ou após a embolização. Algumas podem referir náuseas, vómitos ou dor, que são facilmente controlados por medicação apropriada. Podem ocorrer as seguintes alterações:

  • Alguma hemorragia, pouco abundante que pode vir com alguns pequenos fragmentos de fibromiomas;
  • Expulsão dos fibromiomas, o que é raro e verificou-se apenas em cerca de 20% das doentes já tratadas; Ocorre na maioria dos casos, meses após o tratamento;
  • Distensão do abdómen é rara, não tem importância e dura apenas alguns dias, desaparecendo sem qualquer terapêutica;
  • O abdómen pode raramente tornar-se duro durante algumas horas;
  • A coxa ou o abdómen podem ficar roxos, desaparecendo lentamente;
  • Aparecimento de um pequeno alto no local onde foi introduzido o cateter não tem qualquer importância e desaparece por si;
  • Falta de apetite, forças e mau estar, que são transitórios e melhoram facilmente com medicação adequada;
  • A febre é rara.
  • Corrimento, sem odor, durante alguns dias.

 

Todos estes sintomas não têm significado e desaparecem espontaneamente decorridos alguns dias.

 

Será a minha fertilidade afectada?

Um estudo recente refere que a fertilidade das mulheres tratadas por embolização é idêntica à obtida nas mulheres tratadas por miomectomia. Cento e vinte e nove das doentes tratadas no Hospital St. Louis que não conseguiam engravidar ou tinham abortos antes da embolização já engravidaram, tendo já nascido mais de 150 crianças, que se encontram bem, até Agosto de 2015. Recentemente uma paciente foi mãe pela 1ª vez aos 51 anos. Duas outras pacientes foram mães aos 49 anos.

Se pretente engravidar só deve tentar depois de decorridos 6 meses após a embolização e de ter efectuado a Ressonância Magnética que deve revelar isquémia superior a 90%. Para não comprometer numa futura gravidez, nas futuras mães efectuamos uma embolização menos completa. Tal facto pode levar à necessidade de repetir a embolização.

 

O que acontece aos fibromiomas após a embolização uterina?

Com a embolização verifica-se uma interrupção da irrigação sanguínea do fibromioma, quer dizer, os fibromiomas ficam em isquémia, ou seja privados de vasos sanguíneos. Como resultado, verifica-se uma redução progressiva das dimensões do fibromioma, a sintomatologia das pacientes diminui ou desaparece e os fibromiomas deixam de crescer o que é muito importante para a paciente.

Após a embolização os fibromiomas desaparecem só em 20% dos casos, podendo ser expulsos ou desfazer-se em fragmentos durante a menstruação. A maioria persiste no útero, contudo, na maior dos casos a Ressonância Magnética revelará uma isquémia superior a 90%, quer dizer sem sangue, pelo que não voltarão a crescer, de menores dimensões, ocorrendo a maior redução durante os primeiros 6 meses, mas continuam a reduzir pelo menos até aos 5 anos.

 

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RM Pélvica

A – antes da embolização: fibromioma de grandes dimensões, cinzento por conter vasos sanguíneos.

B – 6 meses depois da embolização: redução das dimensões do fibromioma e cor escura por isquémia ou seja ausência de vasos sanguíneos.

C – 12 meses após a embolização: fibromioma continua a reduzir de dimensões e mantêm cor escura por isquémia.

 

Como se faz o acompanhamento e o controlo das pacientes tratadas?

O acompanhamento faz-se pelo radiologista de intervenção e o controlo pela Ressonância Magnética aos 6 meses. Nalguns casos é necessário repetir a Ressonância Magnética aos 18 e 36 meses. Anualmente deve ter consulta com um ginecologista. Se necessário poderemos indicar um ginecologista.

 

Quais são as contra indicações da embolização uterina?

Antes da embolização as doentes devem ser estudadas a fim de excluir a presença de tumores malignos que contraindicam a embolização, tal como a gravidez ou a infecção pélvica aguda.

 

Poderá a embolização ser efetuada no noutras situações idênticas?

Efetuamo-la no tratamento da adenomiose, no cancro do útero inoperável e  na hiperplasia benigna da próstata.

 

Poder-se-á comparar o Hospital Saint Louis a grandes centros internacionais, onde a técnica se efetua?

Sim, por tal motivo, tratamos, com alguma frequência, pacientes estrangeiras, devido às seguintes vantagens:

– Ser um dos 4 centros mundiais com maior numero de casos e melhores resultados; (mais de 1500 pacientes já tratadas)

– Realização sob anestesia local ou sob acupunctura, sem dor ou apenas dor mínima;

– Único centro, a nível mundial, em que todas as pacientes vão para casa 4 – 6 horas após a embolização podendo ir de carro, comboio ou avião.

– Centro com maior número de grávidas (cerca de 200) com êxito após a embolização e 150 bébes nascidos.

– Curta convalescença de 2 a 7 dias;

– Possibilidade de repetição da embolização em caso de insucesso, e com custos reduzidos;

– O número das complicações ser inferior a 1%;

– Possibilidade de contacto da equipa de intervenção 24 horas por dia pelo telemóvel;

– Custo inferior ao de todos os centros que realizam a embolização.

 

Para mais informações contacte o Hospital Saint Louis

Rua Luz Soriano, 182

1200-249 Lisboa

Tel: (+351) 213 216 557 / 00

Fax: (+351) 213 460 221

E-mail: martinspisco@hslouis.pt/s.angiografia@hslouis.pt

Web: www.hslouis.pt /martinspisco.hslouis.pt

 

1. Definição de Miomas Uterinos

Os fibromiomas, leiomiomas ou miomas são tumores benignos, não cancerígenos, constituídos por fibras musculares lisas, que nascem nas paredes do útero. A sua dimensão pode ir de alguns milímetros a mais de 20 cm. Entre 20 a 40% das mulheres com mais de 35 anos desenvolvem um ou vários fibromiomas. Contudo a sua incidência no mesmo grupo etário é de 60% – 70% nas africanas. São os tumores mais comuns do aparelho genital feminino. Na maioria dos casos são múltiplos.

2. Como surgem

Pensa-se que têm uma base genética, pois existem muitas vezes vários casos na mesma família. São mais frequentes na raça negra.
Crescem sob a acção dos estrogénios, que são hormonas femininas. Por tal motivo, podem surgir após a 1ª menstruação e geralmente regridem espontaneamente, após a menopausa. Contudo, podem persistir particularmente nas pacientes que fazem terapêutica hormonal de substituição.

3. Problema de saúde pública

Em 2006 realizaram-se nos EUA 600 000 histerectomias, sendo 40% por fibromiomas uterinos. Calcula-se que nos EUA o custo anual para o tratamento de mulheres portadoras de fibromiomas uterinos é de cerca de 3 biliões de dólares.

No mesmo ano, realizaram-se em Portugal 11 359 histerectomias, apenas nos Hospitais públicos do Continente, sendo 5 034 por fibromiomas uterinos. Em 2007, o número de histerectomias diminuiu para 11 003, sendo 4 756 por fibromiomas a principal causa (43,2% do total), e 6247 por doença maligna.

4. Sintomas mais comuns

A maioria das doentes portadoras de fibromiomas não tem sintomas e o seu diagnóstico pode ser feito com exame ginecológico, ou quando efectuem outro exame de rotina.

Os sintomas causados pelos fibromiomas variam conforme o seu tamanho e localização. Enquanto algumas pacientes não referem quaisquer sintomas, outras referem queixas que podem afectar a sua qualidade de vida.

Os sintomas variam mas os mais frequentes são:

  • Períodos menstruais intensos e prolongados que podem levar à anemia;
  • Eliminação de coágulos;
  • Dor na região pélvica ou na região lombar. Menstruação dolorosa;
  • Dor com relações sexuais;
  • Sensação de peso e aumento de volume do abdómen;
  • Obstipação (prisão de ventre);
  • Sensação de pressão na bexiga, constante vontade de urinar;
  • Infertilidade;
  • Aborto espontâneo.

5. Tipos de miomas

Os fibromas podem ser classificados de acordo com a sua localização em:

  1. Intramurais, os mais frequentes, que se desenvolvem dentro da parede uterina, geralmente provocam intenso fluxo menstrual, dor ou sensação de peso.
  2. Fibromas submucosos que se desenvolvem na superfície interna das paredes da cavidade uterina, os menos frequentes mas provocam prolongados períodos menstruais com grandes perdas sanguíneas.
  3. Subserosos que se desenvolvem na porção externa da parede do útero e crescem para fora. Aumentado o tamanho do útero tornando-se inconfortáveis devido às suas dimensões. Estes não afectam geralmente o fluxo menstrual mas podem causar dor devido ao tamanho e à pressão nos órgãos vizinhos.

Tipos de miomas
Os fibromas pediculados têm um pequeno pediculo e podem crescer para a cavidade uterina ou para fora da mesma.

Uma mulher pode ter um ou mais de um tipo de fibromiomas.

É frequente uma mulher ter múltiplos fibromiomas e pode ser difícil compreender qual deles lhe causa os sintomas. Como os fibromiomas uterinos são uma doença difusa do útero há geralmente mais fibromas presentes do que os detectados, por alguns poderem ter pequenas dimensões.

6. Diagnóstico

Os fibromiomas são geralmente diagnosticados durante um exame ginecológico. A presença de fibromiomas é confirmada por ecografia abdominal ou por ressonância magnética.

7. Tratamento

O conceito geral é que o mioma deve ser tratado somente se causar sintomas. Contudo, os sintomas provocados pelos miomas são muitas vezes subjectivos. Por exemplo, algumas mulheres perdem bastante sangue durante a menstruação chegando mesmo a usar fraldas, porem, acham que têm uma menstruação normal por ter sido sempre assim. Pelo contrário, mulheres que usam um único penso podem queixar-se de uma menstruação muito intensa.

O limiar para a dor também varia de doente para doente. Ex: mulheres habituadas a cólicas menstruais suportam melhor a dor.

O volume do abdómen também é valorizado de forma diferente consoante as pacientes. Assim, enquanto algumas pacientes com o abdómen ligeiramente aumentado se queixam de distensão abdominal desagradável, pelo contrário, outras com um útero bastante volumoso, superior a gravidez de 6 meses, não referem qualquer queixa.

Pelos motivos mencionados, pode dizer-se que quem decide a necessidade de tratamento do mioma não é o médico, mas sim a paciente que sente uma situação incómoda e deseja melhorar.

Desta forma, se a portadora de mioma se aperceber que leva uma vida desagradável ou preocupante deve averiguar as várias opções de tratamento para melhorar a sua saúde, os riscos, o tempo de internamento e convalescença e os resultados. As pacientes devem ter uma noção clara que o tratamento por que optou pode ser igualmente agressivo, como uma cirurgia, podendo mesmo perder o seu útero.

8. Tipos de tratamento

Fundamentalmente, existem 3 tipos de tratamento para os fibromiomas: medicamentos, cirurgia ou embolização.

a) Medicamentos
Os medicamentos são muitas vezes o primeiro passo no tratamento dos fibromiomas. Estes medicamentos incluem a pílula, e anti-inflamatórios.

Num segundo passo podem tentar-se medicamentos à base de hormonas.

A terapêutica médica, geralmente à base de hormonas pode ser a primeira tentativa de controlar os sintomas causados pelo fibromioma, contudo podem surgir efeitos secundários, tais como afrontamentos e outros sintomas de menopausa. Tem efeito temporário, e cessando o efeito das drogas os fibromiomas voltam a crescer e os sintomas reaparecem. Actualmente a terapêutica médica com hormonas é recomendado somente em certas situações tais como o tratamento pré-cirurgico de grandes fibromiomas para facilitar a sua ressecção ou como medida temporária em idade pré menopausa.

b) Cirurgia
O tratamento cirúrgico consiste na histerectomia ou miomectomia.

Não é raro a miomectomia converter-se em histerectomia devido a problemas técnicos particularmente nos miomas de grandes dimensões ou múltiplos.

  • Histerectomia – consiste na remoção do útero. Pode efectuar-se por via vaginal ou por via abdominal. Está geralmente associado a menopausa precoce, por remoção simultânea dos ovários.
    Elimina definitivamente os fibromiomas, contudo, provoca esterilidade irreversível e traumas emocionais relacionáveis com a diminuição de auto-estima, sensação de vazio e perda, perturbação da vida sexual, redução das actividades físicas e ocupacionais conduzindo a alterações psíquicas e sociais. A histerectomia terá cada vez menos receptividade particularmente em mulheres novas.
  • Miomectomia – consiste na remoção de cada um dos fibromiomas.
    Pode ser efectuada através do útero, por incisão abdominal, por laparoscopia ou por via vaginal consoante a localização.
  • Miomectomia histeroscópica – é efectuada somente para fibromiomas submucosos. Não há necessidade de incisão cirúrgica.
  • Miomectomia laparoscópica – efectua-se nos fibromiomas localizados fora do útero. Realizam-se pequenas incisões nas paredes abdominal e do útero através das quais se introduzem instrumentos cirúrgicos.
  • Miomectomia abdominal – realiza-se uma incisão no abdómen e outra no útero para remover o fibromioma.
    A miomectomia é efectuada sob anestesia geral, pode ser necessária transfusão de sangue, necessita de alguns dias de internamento, algumas semanas de convalescença e os fibromiomas podem voltar a crescer alguns meses ou anos após o tratamento. Necessita de alguns dias de internamento e pode complicar gravidezes futuras por causar cicatriz na parede uterina. A miomectomia é difícil se os fibromas forem numerosos, ou mesmo mais de três, ou grandes ou difusamente dispersos. Devido à grande irrigação sanguínea do fibromioma a miomectomia pode estar associada a grandes hemorragias. Pode complicar futura gravidez pelas cicatrizes causadas e pelas aderências entre os órgãos do abdómen inferior e a pélvis. Somente uma em cada 3 mulheres submetidas à miomectomia consegue engravidar após a cirurgia..

Miomectomia por via abdominalMiomectomia por via abdominal. Incisão abdominal para retirar o fibromioma (à direita).

c) Embolização
Desde 1995 vem sendo utilizada uma técnica menos invasiva que consiste na interrupção da circulação sanguínea que irriga o fibromioma, atenuando ou eliminando os sintomas em cerca de 90% das mulheres submetidas a esta técnica.

No nosso país, realiza-se no hospital de Saint Louis desde Junho de 2004, tendo já sido tratadas mais de 1000 pacientes. Porém, já em 1985 ao efectuarmos a primeira angiografia das artérias uterinas, numa paciente de 23 anos de idade e com abundantes hemorragias proposemos a embolização que viria a ser recusada pelo ginecologista assistente, contudo viria a publicar o caso numa revista da especialidade.

A embolização é uma técnica minimamente invasiva, com menos riscos que as técnicas cirúrgicas, cujo objectivo é interromper a circulação sanguínea que irriga os fibromiomas, resolvendo o problema de forma rápida e duradoura e preservando o útero. Sem irrigação sanguínea o fibromioma atrofia-se e os sintomas desaparecem.

É uma técnica de radiologia de intervenção que atenua ou elimina os sintomas em mais de 90% das doentes. A embolização uterina é efectuada, em qualquer parte do mundo,  por um radiologista de intervenção, um médico que é treinado especialmente para realizar este e outros tipos de embolização com técnicas minimamente invasivas, através de um pequeno orifício de 1.5 mm que efectua na pele. Como não usa bisturi não há cicatriz. Para o efeito, a paciente é deitada numa mesa de angiografia, onde se realiza a intervenção. Os radiologistas de intervenção são realmente os cirurgiões da radiologia.

É realizada sob anestesia local e com internamento de apenas algumas horas. A paciente pode retomar a sua actividade profissional entre 2 dias e cerca de uma semana após a terapêutica. A embolização permite manter a fertilidade.

O Colégio Americano de Obstétrica e Ginecologia reconhece a embolização como alternativa segura e eficaz no tratamento de fibromiomas uterinos no boletim de Agosto de 2008. Apesar deste facto, continuam a efectuar-se cerca de 250.000 histerectomias por fibromiomas por ano nos EUA, 107.000 no Brasil e cerca de 5.000 em Portugal.

 

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Comentários: 47

  1. Maria says:

    Ola boa tarde.
    eu tinnha miomas, e polipos,no utero,vivo na suica,e fui operada a uma semana.Estou farta de procurar,o que fiz mas nao consigo encontrar,os medicos derao-me opecoes, tirar o utero,meter um aparelho,e mudar todos os 5 anos,ou quiemar os musculos todo do utero,pois ja era esteril,e eu preferi queimar,pois parecia mais facil,os medicos disserao que 85% nao tinha mais menstruacao,ou se viece era muito poquito,Agora a 10 dias que me corre sange, sera normal?Pois so daqui a 2 semanas e que tenho consulta. Obrigado

  2. elizabetep says:

    Exma. Sra.

    Se quiser pode deslocar-se a Lisboa e ser tratada por embolização. Se o quiser fazer envie um e-mail para a minha secretária elizabetep@hslouis.pt para marcar exames e consulta.

  3. maria melo says:

    fiz histerectomia há cerca de 21 dias. Tinha útero bicórnio com 1mioma + 1 quisto? ou talvez mioma apesar do aspecto ser diferente.Tenho 47 anos de idade. Provávelmente tenho que fazer hormonas de substituição,só no dia 30 deste mês tenho consulta, onde irei saber os resultados da anatomia. Sofro de Artrite reumatoide há cerca de 4 anos.a minha pergunta é no sentido se poderia fazer e ths em produto natural do tipo isoflavonas de soja ou não se justifica?Receio ela minha actividade sexual, uma ve que sempre fui uma mulher bastante activa,por tudo aquilo que tenho lido penso haver alteracões embora o factor psicológico seje importante:a minha questão vai no sentido se sim Há algo que poça ser feito uma vez que é importante para mim?Obrigado pelo tempo que me dispenssaram.

  4. lucinete gomes campos says:

    tenho48 anos,ha 1 ano retirei polipos e tenho um fibromioma de 7,5 cm + que agora esta a incomodar-me com dores,tendo consulta para o dia 10/10 qual conselhos daria???ou seja qual passo devo tomar????obrigado

  5. Helena dias says:

    Olá boa noite tenho 43 anos e um fibromioma que continua a crescer a solução que a minha médica me dá é a cirugica histerectomia total, mas como acho esta muito radical, gostaria de saber se é viavel fazer a embolização, onde e os custos que a intrevenção implica.

    Nota: em 24/02/2010 diâmetros 57x51mm
    em 12/10/2010 diâmetros 68x71mm

    Helena Dias

  6. teodora says:

    ola bom dia, tenho 28 anos e descobri que tenho uma mioma de 6 cm. nao tenho filhos e gostaria de te-los.por isso gostaria de saber mais informaçoes sobre esta tecnica, os custos. se posso engravidar antes de fazer o tratamento?,,,enfim….obrigada.

  7. elizabetep says:

    Prezada Lucinete,

    Deverá contactar o Prof. Martins Pisco para o email elizabetephslouis.pt

  8. silva says:

    Boa tarde,tenho 32 anos ainda nao tenhos filhos, foi detectado mioma, a ecografia deu Dist A 33,8 mm Dist B 44,3 mm , Dist C 41,1 mm , Dist D 26,5 mm , Dist E 87,4 mm, P100, 8C5 , 7.5 , 26 fps, DR65 , 2DG 90 Vou ser operada daqui a 4 meses, xtou com medo que me tirem o utero e náo poder engravidar, a doctora disse que xta muito proximo ao útero mesmo que engravidasse iria perder…Vou ser operada na Africa do Sul, Room 1414, 14 th Floor, Christiaan Barnard Memorial Hospital e gostaria de saber se é um bom hospital..

  9. Su says:

    Bom dia, tenho 26 anos, sempre fui saudavel e no primeiro exame ginecologico de toda a minha vida descobri que tenho um mioma de 6/8mm, quero muito ter filhos, devo preocupar-me? este procedimento é solução para mim?

    Obrigada

  10. Ana Maria Reis says:

    Tenho 52 anos, vivo e trabalho fora do País, foi-me detectado um mioma há 3 anos atrás e retirei-o, hoje o fibromioma que me foi detectado está localizado nas paredes do útero a minha médica aconselha-me a retirá-lo fazendo uma histerectomia do útero. Pela minha vida profissional não posso estar muito tempo parada, o que devo fazer ? Estou com anemia, devido a perdas de sangue.Como posso marcar uma consulta ?
    Obrigada

  11. elizabetep says:

    Estimada Ana,

    Agradecemos o seu email.
    Pode marcar consulta pelo nº 21.3216500/57 para ser avaliada.

    Melhores cumprimentos,
    João Martins Pisco

  12. Isabel says:

    Boa noite,
    Por motivos de infertilidade fui operada para retirar tres miomas, estavam fora do utero. Neste momento já tenho mais três. Mais ou menos 10 dias após a vindo do período fico começo a ficar com uma sensação esquista na barriga, abaixo do umbigo e acima da cicatriz. Tenho mais vontade de urinar e a moinha é constante dirante 3/4 dias. Depois desaparece mas no mês seguinte volta. É dos miomas? um deles já é grandinho mas não sei o tamanha exato. É que estou a ficar preocupada. O meu ciclo mestrual é de 25/27 dias e dura 5 dias. Nestes dias não tenho muitas dores, a moinha é mais constante ao 8/10 dia após o período.
    Obrigada

  13. elizabetep says:

    Exma. Senhora,
    Qualquer questão deverá enviar um e-mail para jpisco@hslouis.pt mailto:jpisco@hslouis.pt
    Cumprimentos,

  14. sheila pinheiro says:

    ola tenho 34 anos sou caboverdiana desde a muito estou a fazer tratamente de fertelizaçao e nunca teve resultado so agora minha medica descobriu dois pequenos miomas uma intramural que compremete o endometrio medindo 3,6 veses 4,6 cm e o outro submucoso que mede 2,2cm .gostaria de saber se depois desse tratamente vou conseguir engravidar pq nao tenho filhos ainda.Espero uma resposta ansiosamente pq pretendo fazer o mais rapido possivel .cpts

  15. elizabetep says:

    Exma. Senhora,
    Qualquer questão deverá enviar um e-mail para jpisco@hslouis.pt
    Cumprimentos

  16. elizabetep says:

    Exma. Senhora,
    Qualquer questão deverá enviar um e-mail para jpisco@hslouis.pt
    Cumprimentos

  17. rosa says:

    Bom dia fui operada a 7 dias ,a 3 dias tras comecei a p erde urina .Como fui operada ao utero sera que vou ficar assim?
    Agradecia uma resposta obrigada

  18. liliana says:

    Olá bom dia,

    Fiz á uma semana uma ecografia pélvica e vários exames pré natais. Nesta ecografia foi detectado um ” fibrioma ístmico posterior com 19mm, ou mais concretam,ente: útero normodimensionado com heterogeneidade miometrial difusa e fibioma ístmico posterior com 19 mm. Devo preocupar-me ??’ pretendo engravidar existe algo em contrário?

    Obrigada pela V/ disponibilidade.

    Atentamente,

    Liliana

  19. Eva says:

    Olá!Estou gravida de 36 semanas.Após dois casos de sangramento inexplicavel detectaram que se tratava de polipo no utero. É grave? Qual é o procedimento para o tratamento?Obrigada
    Eva

  20. Maria Miranda says:

    Boa noite a todos.
    Tenho 3 miomas pequenos, medindo poucos milímetros, mas estou com sangramento durante quase todo o mês, nem usando anticoncepcional consigo fazer parar o fluxo menstrual, e nos 7 dias que não tomo o medicamento o fluxo é muito grande, não suporto mais perder sangue. A minha médica diz que devo fazer a retirada total do útero, mas diz que vai tentar preservar os ovários. E terei também que fazer a recuperação do períneo, pois a bexiga também está muito baixa, não posso espirrar ou fazer algum tipo de força que pese ainda mais. Meu útero fica sempre crescido e sinto muitas dores abdominais como se fossem caibras, além de cólicas. Gostaria de saber se o tratamento melhor para mim é mesmo retirar o útero e recuperar o períneo pois já tive 4 partos normais, fiz 2 curetagem e já vou completar 45 anos. Gostaria de ser ajudada com informações.
    Sem mais para o momento, antecipo agradecimentos.

  21. Idália says:

    Exmo. Sr. Professor Dr. João Martins Pisco,

    Os meus cumprimentos,

    Tenho 31 anos, e tenho 3 miomas, um de 12cm e dois d 11cm. Nete momento quero engravidar mas tenho conseguido resultados, estou nete momento a efectuar alguns exames rcomendados pela minha genecologista, o meu também esta a efectuar alguns exames e por não residir em Portugal gostaria de sber se me é possível marcar uma consulta para sr atendida por si e levar-lhe os exame que etou a efectuar no momento, em princípio estarão prontos quarta feira dia 20-09-2012, e partirei alguns dias depois.

    Os meus agradecimentos

    Obs: por favor agradecia que não fose publicado

    Idália

  22. ilda says:

    tenho 48-anos tenho miomas e um quisto a medica me pos um aparelho mirena para entrar na menopausa antecipada e disse que o aparelho secava amestruaçao e os miomas secavam sera verdade ilda

  23. mari says:

    ola tenho 28anos e tenho um mioma submucoso no fundo medindo 3cm e um intramural de 1,5,tive um aborto espontaneo a um mes e agora vou fazer uma endoscopia uterina e vou fazer uma miomectomia para retirar quanto tempo depois posso engravida e gostaria de sabe se demora muito para engravida…

  24. elizabetep says:

    Respondido por email

  25. ilda says:

    Boa noite tenho o aparelho mirena a um ano e meio o ano passado os miomas deminuiram hoje fui fazer eco vaginal o medico me disse que cresceram gostaria de saber o que fazer obrigada

  26. Pina says:

    Ilda a sua questão será respondida por email

  27. Cris says:

    Tenho 43 anos. Tenho vários miomas de diversos tipos. Tenho períodos muitos abundantes e maior parte das vezes extremamente dolorosos. No último período (que ainda decorre) as dores foram ainda piores e pareciam dores de parto. Acabei por ir às urgências da clinica que frequento e remeteram-me para a ginecologia. Descobri que um dos miomas tentou “parir”, deslocando-se (não chegou a sair) o que provocou as dores intensas e espásmicas. Tenho consulta marcada com a minha ginecologista para avaliar o que fazer, mas disseram-ma na clinica que passará, pelo menos, pela remoção do mioma submucoso de 1,5cm que apareceu (pelos vistos, devido à sua localização, torna-se mais problemático do que o mioma que provocou estas dores e sangramento abundante). Tenho atualmente a barriga com alguma distensão que, pelo que li, poderá ser consequência dos miomas. Já tenho uma filha e não quero ter mais. Não tenho problemas em retirar o útero se essa for a melhor solução, porque tenho transtornos quase todos os meses porque tenho vários miomas, mas pretendia saber se há outras complicações (consequências) na mulher por retirar o útero aos 43 anos. Obg

  28. Pina says:

    respondido por email

  29. Elaine Cristina dos Santos says:

    Olá. Quando estava grávida (há 3 anos atrás) senti algo estranho próximo ao meu umbigo. Pensei que fosse alguma parte do corpo do bebê, tipo cotovelo, joelho e assim por diante. Comentei com a obstetra, mas ela não deu atenção. Após o parto, percebi que havia um nódulo na região umbilical e a obstetra disse, após 40 dias do parto, que poderia se tratar de endometriose e que ela tinha comido bronha (gíria popular). Após vários exames de ultrassom, fiz a cirurgia com um cirurgião que também suspeitava de endometriose, mas que após o laudo da biopsia ele me disse que se tratava de fibroma e tudo ficou por aí mesmo. Hoje, sinto dores terríveis na região lombar e pude constatar que elas ocorrem próximas a menstruação. Será que o meu caso trata-se de endometriose? Observação: sempre tive muita irritabilidade, barriga estendida e coagulos durante a menstruação. Obrigada pela atenção.

  30. Pina says:

    Olá Cristina,
    O laudo da biopsia falou em fibromioma, que é possivelmente a causa.
    Fazer ressonância magnética para esclarecer.

    Melhores cumprimentos,
    Martins Pisco

  31. Ricardo Jorge says:

    Como contactar o professor Joâo Martins Pisco

  32. Pina says:

    Bom Dia,
    Obrigado pelo seu interesse pela HBP.
    Antes de marcar consulta deve efetuar os seguintes exames (ou tê-los realizado há menos de 6 meses):
    • Ecografia Prostática Transretal
    • PSA
    As consultas são a 2ª feira das 9h as 11h e a 3ª e 4ª feira das 9h as 15h30. Pode marcar pelo tlf: 213216557 ou dar uma sugestão de data e hora da sua conveniência em resposta a este email.

  33. Bom dia, estimado Dr.João Pisco

    chamo-me Farida Silvestre, sou angolana e vivo em luanda, tenho 41 anos e tenho cinco filhos. Desde o segundo filho que me diagosmiticaram com miomas mas que não me dão dores nenhuma, pelas ecografias o medico informo-me que são intramurais e têm mas ou menos 45cm. Ate ao momento não sinto mada, mas os médicos aconselham-me a fazer uma histeretomia que eu não quero apesar de não querer fazer mas filhos. pretendo um aconselhamento de sua parte.

  34. Pina says:

    Farida,

    Poderá ser tratada por embolização. Os tratamentos são às 2ª feiras, mas tem de vir a uma consulta primeiro

  35. Júlia says:

    Boa tarde Caros,

    Eu me chamo Júlia, sou angolana e vivo em Luanda.
    Há três anos descobri que tenho miomas. Já fiz alguns tipos de tratamentos de lá pra cá, mas, sem resultados satisfatórios. Gostaria de saber se o Dr. Martins Pisco ainda tem vindo a Angola, pois sei que prestava serviços na Clínica Sagrada Esperança.
    Quero muito marcar uma consulta com o Dr., quanto antes melhor.

    Agradeço desde já, pela atenção.

    Aguardo pela resposta, de preferência por email.

  36. Pina says:

    iremos responder por email

  37. Maria Cláudio says:

    Boa noite sou Claudia tenho. 38 anos e tenho um friomioma com 6 cm o medico fez uma ecografia e disse,para esperar seis mês o que devo fazer.

  38. Ginga Antonio says:

    boa tarde Dr Pisc

    Fui diagonisticada com dois miomas uterinos ( 1 intramural e o outro subseroso) de aproximadamnete 4 cm.
    Estou a 4 anos sem engravidar, o meu esposo tem imobilidade de esperma e pretendemos fazer FIV. Antes podemos tirar os miomas?

  39. Pina says:

    vai ser respondido por mail

  40. Manuela Francisco says:

    Olá, boa tarde
    Sou angolana e vivo em Luanda. enfrento o mesmo problema ” miomas”. Nunca fiz um tratamento. Mas soube que são muitos e felizmente pequenos. Graças a Deus não sofro de muitos sintomas. Apenas o aumento do fluxo na mestruação.Gostaria muito saber como faço para chegar até vós e fazer o tratamento ou se cá em Luanda existe uma clínica com os mesmos serviços. Pois, não quero que interfira na minha fertilidade e quero ser mãe. Por favor, respondam-me por email.

  41. Pina says:

    vai ser respondido por mail

  42. Maria alzira m.artilheiro says:

    Muito bom dia o meu problema è o seguinte à 3meses atràs foi-me diagnósticado 2fibromas um de 7cm e outre de 1e meio .tirei anàlises de tudo e nâo me acusou nada de mal m’as o mèdico aconselhou-me a tirar tudo ùter mais óvàrio gostaria de saber se è isso indication.estou na mènopausa jà 4 anos tenho 56 numca ninguèm me disse que tinha alguma coisa só agora que fit um contrôle obrigado

  43. Pina says:

    vai ser respondido por mail

  44. Maria alzira m.artilheiro says:

    Continuaçâo .esqueci de dizer que nâo tenho sintomas obrigado

  45. Pina says:

    vai ser respondido por mail

  46. Pina says:

    vai ser respondido por mail

  47. Pina says:

    vai ser respondido

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