Hiperplasia Benigna da Próstata - Novo tratamento - Diagnóstico

O diagnóstico faz-se através de uma história clínica, que vai classificar o paciente em pouco, leve ou muito sintomático. Um exame físico detalhado, incluindo um toque rectal (exame digital através do ânus) é realizado. A dosagem do antígenio prostático específico (PSA) é de vital importância para a avaliação, pois permite a detecção precoce do cancro da próstata. Se o PSA tiver um valor superior a 4, deverá efectuar-se biópsia para excluir tumor maligno.  Outros exames laboratoriais são geralmente solicitados, incluindo Urina II, Glicemia, Colesterol, Triglicerideos, Hemograma, V.S., Creatinina e Ureia. O paciente deve igualmente efectuar fluxograma urinário.

Os possíveis exames de imagem são a ecografia pélvica e com sonda endo-rectal, para medição dos 3 diâmetros e volume da próstata. Estes exames deverão ser de qualidade, para avaliar rigorosamente a percentagem de redução do volume da próstata, pelo que serão sempre efectuados nos mesmos consultórios. Deverá igualmente efectuar o fluxo urinário e o resíduo vesical post miccional. A fim de obter bons resultados os pacientes devem ser creteriosamente seleccionados. Problemas relacionados com a bexiga podem ter sintomas idênticos, por isso nalguns pacientes é necessário fazer o estudo urodinâmico. A angiografia obtida por TAC (Angio Tac) permite a observação da anatomia dos vasos pélvicos e o seu envolvimento pela ateroesclerose. Tal é de grande importância, pois indica a possibilidade de efectuar a embolização ou excluir este tratamento.

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